Eu tirei o som dele. Mesmo assim, ele está lá, silenciosamente me cobrando. E eu, claro, suo para satisfazê-lo (literalmente!). Só não dou ouvidos a ele quando o assunto é desacelerar. Sei que estou agindo mal, mas... quem disse que sou uma boa garota?
Toda essa introdução é dedicada ao meu adorável monitor cardíaco. Essa semana estivemos juntos praticamente todos os dias e quantos resultados ele não cansa de me contar. Menino inteligente, meu Polar transmite para o computador todos os meus esforços – e como é bom ver os números se acumulando. Horas de atividade física, muitas calorias perdidas e um futuro repleto de boas performances... Quem malha é mais feliz, gente. Por isso, ando monotemática. Quando a gente está apaixonada, é assim...
=0)
sábado, 26 de julho de 2008
Minha vida de atleta
Minha irmã não tem dúvidas: estou virando atleta. De minha parte, eu só digo: "quem me dera!". Porque eu já pensei, por uma época da minha vida (ainda penso, às vezes, confesso): imagine que maravilha ser uma triatleta, por exemplo. Acordar todo dia e só malhar. Que maravilha. Deve ser muito cansativo, de fato. Mas quanta endorfina em retorno. Você deve viver nas nuvens. E a luta é, a maior parte do tempo, consigo mesmo, seus limites (ao menos durante o treinamento). Quem me dera (ok, ok: tem umas nuances aí, mas outro dia a gente põe em discussão)...
Mas, enfim, o que deu origem aos comentários da minha irmã? Minhas mais recentes compras. Para começar, uma balança digital, que substituiu a analógica. Depois, umas roupas novas de ginástica, o que inclui uma fantástica calça da Adidas. Agora, um monitor cardíaco, lindo e inteligente, que já virou meu xodó, da Polar. E ela nem sabe que já percebi que tenho que trocar meus dois tênis, que comprei em dezembro e ainda nem terminei de pagar (faltam três prestações!).
Muitos gastos, mas quanto retorno: como estou motivada! Além disso, como estou me conhecendo melhor a partir dessas compras. A calça da Adidas, por exemplo. Eu sempre a via lá, dando sopa na Renner. Caríssima. Mas que material. E eu nunca sequer a experimentei por um motivo simples: eu sabia que ia querer levar. Mas outro dia estava lá, as calças não estavam ficando legais e... decidi levá-la ao provador. Antes de colocá-la, eu já sabia que ia levá-la, apesar dos cifrões na etiqueta. E não deu outra. Cheguei em casa na maior pilha para ir para academia estrear minha mais recente aquisição. Lição de tudo isso? Eu só gosto de coisa boa. Tenho de ter sempre um bom emprego, para me dar a esses luxos... Agora,por exemplo, já tô sonhando com os tops da Adidas. Esses eu já havia experimentando, mas não comprei. Também caríssimos, mas que sustentação. Você corre com aquilo e nada balança. E qual o preço de imunizar os peitorais da ação da gravidade? Já diz a propaganda do Mastercard: não tem preço!
(pausa para a digressão: e você se lembra, na sua infância, quando era mico usar um casaco da Adidas? Assim como só o pedreiro usava Havaianas? Pois é. Como o mundo muda...)
Quanto à minha balança, ela só tem me trazido boas notícias, ao contrário da analógica, cujo ponteiro parecia nunca sair do lugar. Já o monitor cardíaco... Gente, como pude viver sem ele por tanto tempo? É tão inteligente que até conversa com o computador. Verdade! Mas isso eu conto outro dia. Estou aqui com uma fominha e vou ali comer porque... bem, tenho alma de atleta, mas estômago ainda de pessoa comum, né? Au revoir, enfants!
Mas, enfim, o que deu origem aos comentários da minha irmã? Minhas mais recentes compras. Para começar, uma balança digital, que substituiu a analógica. Depois, umas roupas novas de ginástica, o que inclui uma fantástica calça da Adidas. Agora, um monitor cardíaco, lindo e inteligente, que já virou meu xodó, da Polar. E ela nem sabe que já percebi que tenho que trocar meus dois tênis, que comprei em dezembro e ainda nem terminei de pagar (faltam três prestações!).
Muitos gastos, mas quanto retorno: como estou motivada! Além disso, como estou me conhecendo melhor a partir dessas compras. A calça da Adidas, por exemplo. Eu sempre a via lá, dando sopa na Renner. Caríssima. Mas que material. E eu nunca sequer a experimentei por um motivo simples: eu sabia que ia querer levar. Mas outro dia estava lá, as calças não estavam ficando legais e... decidi levá-la ao provador. Antes de colocá-la, eu já sabia que ia levá-la, apesar dos cifrões na etiqueta. E não deu outra. Cheguei em casa na maior pilha para ir para academia estrear minha mais recente aquisição. Lição de tudo isso? Eu só gosto de coisa boa. Tenho de ter sempre um bom emprego, para me dar a esses luxos... Agora,por exemplo, já tô sonhando com os tops da Adidas. Esses eu já havia experimentando, mas não comprei. Também caríssimos, mas que sustentação. Você corre com aquilo e nada balança. E qual o preço de imunizar os peitorais da ação da gravidade? Já diz a propaganda do Mastercard: não tem preço!
(pausa para a digressão: e você se lembra, na sua infância, quando era mico usar um casaco da Adidas? Assim como só o pedreiro usava Havaianas? Pois é. Como o mundo muda...)
Quanto à minha balança, ela só tem me trazido boas notícias, ao contrário da analógica, cujo ponteiro parecia nunca sair do lugar. Já o monitor cardíaco... Gente, como pude viver sem ele por tanto tempo? É tão inteligente que até conversa com o computador. Verdade! Mas isso eu conto outro dia. Estou aqui com uma fominha e vou ali comer porque... bem, tenho alma de atleta, mas estômago ainda de pessoa comum, né? Au revoir, enfants!
domingo, 20 de julho de 2008
Ser saudável dá trabalho - e custa caro
Mas é o que eu digo: vale a pena.
Neste fim de semana, lavei meus dois tênis, baixei músicas para malhar na academia, organizei-as no mp3, passei os dados do meu monitor cardíaco para o site da polar de forma a controlar meu progresso, procurei seguir meu planejamento alimentar apesar de ser sábado e domingo...
Falando assim parece até que é moleza, né? Mas dá um trampo, como dizem meus amigos paulistas.
É como aquele ditado: ficar bonito dá trabalho e custa caro. Na época das festas julinas a que fui, fiquei pensando muito nisso. Afinal, como andei no shopping e na saara para preparar meus modelitos. E foi um tal de gastar. Aff! Não sei se acontece só comigo, mas é só ter um evento para eu ver como não tenho nem roupa, nem sapato, que dirá acessórios como brincos, anéis ou bolsas.
Mas também aproveitei o fim de semana sem programas para organizar minha vida - e as finanças. Vi que não possso mais gastar um centavo no cartão e esta semana tenho que arrumar um freela para cobrir minha conta. E olha que preciso comprar sapatos. Estou sem nenhum. E digo isso sério!
Amanhã é segunda... Tô com planos de acordar cedo para pegar a aula de vc-sabe-quem e ainda fazer um aeróbico. Será que consigo? Na verdade, eu preciso, pois tenho de voltar a estudar à noite. Tô muito na moleza. Assim vou ficar morando com os meus pais até os 60 anos, pô.
A noite chega e, com ela, minhas paranóias. Ai, ai. E o post que tinha começado tão pat vai pro brejo. Pois é: eu não me dou descanso. Caraca, às vezes nem eu me aguento...
Desligando...
Mara
Neste fim de semana, lavei meus dois tênis, baixei músicas para malhar na academia, organizei-as no mp3, passei os dados do meu monitor cardíaco para o site da polar de forma a controlar meu progresso, procurei seguir meu planejamento alimentar apesar de ser sábado e domingo...
Falando assim parece até que é moleza, né? Mas dá um trampo, como dizem meus amigos paulistas.
É como aquele ditado: ficar bonito dá trabalho e custa caro. Na época das festas julinas a que fui, fiquei pensando muito nisso. Afinal, como andei no shopping e na saara para preparar meus modelitos. E foi um tal de gastar. Aff! Não sei se acontece só comigo, mas é só ter um evento para eu ver como não tenho nem roupa, nem sapato, que dirá acessórios como brincos, anéis ou bolsas.
Mas também aproveitei o fim de semana sem programas para organizar minha vida - e as finanças. Vi que não possso mais gastar um centavo no cartão e esta semana tenho que arrumar um freela para cobrir minha conta. E olha que preciso comprar sapatos. Estou sem nenhum. E digo isso sério!
Amanhã é segunda... Tô com planos de acordar cedo para pegar a aula de vc-sabe-quem e ainda fazer um aeróbico. Será que consigo? Na verdade, eu preciso, pois tenho de voltar a estudar à noite. Tô muito na moleza. Assim vou ficar morando com os meus pais até os 60 anos, pô.
A noite chega e, com ela, minhas paranóias. Ai, ai. E o post que tinha começado tão pat vai pro brejo. Pois é: eu não me dou descanso. Caraca, às vezes nem eu me aguento...
Desligando...
Mara
sábado, 19 de julho de 2008
O dia em que fui cumprimentada pelo herdeiro do Unibanco
Pois é, eu sei que se um dia o João Moreira Salles ler isto aqui, ele vai ficar chateado. Principalmente por eu não apresentá-lo como o documentarista de talento que ele é, mas simplesmente por lembrar da sua condição de herdeiro de um dos maiores bancos do país. Mas... paciência. Não é todo dia que uma moradora de Ramos frequenta o mesmo lugar que um filho de banqueiro e nem é cumprimentada pelo próprio. (ok, ok: eu sei que estou parecendo deslumbrada. Mas, dá licença? Por um momento vou deixar o meu jeito blasé de lado)
Ontem estreou um filme que eu queria muito ver: Nome próprio. Só estava passando em dois cinemas, um deles o Unibanco Artplex, pertinho do meu trabalho, às 19h. Então, lá fui eu.
Logo no início, a noite já prometia encontros. Dei de cara com um amigo meu da facul. Mas ele estava ocupado com outras coisas e não me acompanhou na sessão, que agora tem lugares marcados. Comi pipoca, tomei um mate (fome, muita fome!) e, faltando dez minutos para o início do filme, adentrei a sala. A fileira eu achei fácil, só não saquei os números das poltronas. Perguntei para um senhor que estava na minha fileira. Ele também não sabia, mas, enfim, acabou me ajudando de certa forma e ficamos conversando. Comentou que estava aguardando uma pessoa amiga, mas que ela talvez não viesse, por conta do tráfego. E, com esse papo de lugar marcado, ele até imaginava que, talvez, a pessoa não conseguisse nem sentar-se ao lado dele, pois a poltrona já podia ter sido comprada à hora em que ela chegasse.
Falamos de outras coisas. Até que eu vi alguém subindo as escadas da sala de cinema. Logo reconheci e pensei: "caraca, olha o João Moreira Salles! Que sessão prestigiada!", quando... ele se dirige à minha fileira, cumprimenta com vivaz satisfação o senhor que conversava comigo e ele, feliz pela chegada do amigo, vira para mim e fala: "olha só quem chegou!" e, continuando para o João: "eu até estava começando com a moça aqui que esperava um amigo, que talvez não conseguisse chegar...". E o herdeiro do Unibanco sorriu para mim, com um aceno de cabeça, eu sorri de volta, sem perder a chance de pensar: "será que é para mim mesmo que ele está sorrindo?".
Ontem estreou um filme que eu queria muito ver: Nome próprio. Só estava passando em dois cinemas, um deles o Unibanco Artplex, pertinho do meu trabalho, às 19h. Então, lá fui eu.
Logo no início, a noite já prometia encontros. Dei de cara com um amigo meu da facul. Mas ele estava ocupado com outras coisas e não me acompanhou na sessão, que agora tem lugares marcados. Comi pipoca, tomei um mate (fome, muita fome!) e, faltando dez minutos para o início do filme, adentrei a sala. A fileira eu achei fácil, só não saquei os números das poltronas. Perguntei para um senhor que estava na minha fileira. Ele também não sabia, mas, enfim, acabou me ajudando de certa forma e ficamos conversando. Comentou que estava aguardando uma pessoa amiga, mas que ela talvez não viesse, por conta do tráfego. E, com esse papo de lugar marcado, ele até imaginava que, talvez, a pessoa não conseguisse nem sentar-se ao lado dele, pois a poltrona já podia ter sido comprada à hora em que ela chegasse.
Falamos de outras coisas. Até que eu vi alguém subindo as escadas da sala de cinema. Logo reconheci e pensei: "caraca, olha o João Moreira Salles! Que sessão prestigiada!", quando... ele se dirige à minha fileira, cumprimenta com vivaz satisfação o senhor que conversava comigo e ele, feliz pela chegada do amigo, vira para mim e fala: "olha só quem chegou!" e, continuando para o João: "eu até estava começando com a moça aqui que esperava um amigo, que talvez não conseguisse chegar...". E o herdeiro do Unibanco sorriu para mim, com um aceno de cabeça, eu sorri de volta, sem perder a chance de pensar: "será que é para mim mesmo que ele está sorrindo?".
Mas só podia ser mesmo, pois o casal ao meu lado estava ocupado consigo próprio. Foi aí que chegou o ocupante da cadeira que ficava entre mim e o amigo do João e nossa curta relação se acabou. Mas ainda deu para ouvir um papo sobre jogo do Fluminense, decepção e uso de remédios de tarja preta.
É, crianças, tenho de confessar que senti orgulho de mim mesma. Porque eu poderia ser alguém que só assistisse a blockbuster. Alguém que só vê filmes como o Batman, que estreou ontem. Afinal, sou suburbana, filha de um paraibano com uma paraense. Mas, olha só: por sempre ter estudado, ter tido algumas oportunidades, descobri um outro mundo. Um mundo que, no Brasil, ainda está restrito a pessoas que pertencem a classes sociais mais abastadas, tanto em termos financeiros quanto culturais.
Tô chique mesmo. Não pude deixar de pensar, no entanto, no dia em que o João foi apresentar um dos seus documentários lá na ECO, a convite da minha professora Consuelo, e eu só consegui chegar a tempo do papo com ele, pois, naquela sexta-feira chuvosa, eu havia ficado duas horas em cima de um salto altíssimo, dentro de um ônibus cheio, porque taxistas, caminhoneiros ou sei lá mais o que haviam fechado a Presidente Vargas em protesto contra alguma coisa que eu já nem me lembro mais.
Tudo bem que ontem minha vida não estava muito diferente: depois de meu fugaz encontro com o herdeiro do Unibanco, dirigi-me ao ponto de ônibus, onde aguardei pelo 485 por quase 20 minutos. Não se pode ter tudo nessa vida, crianças. Mas a gente tem que ficar feliz pelo que tem.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Here we go again...
“De 16/07 às 23h03 até 07/08 às 2h37, o planeta Vênus estará transitando pela sétima casa do seu mapa astral, Mara, e este tende a ser o melhor momento do ano para associações, coligações, acordos. A coisa vai desde um namoro firme, até um melhor entendimento com alguém com quem você já namore, enveredando pela área do trabalho também.”
Pois é: eu já sabia que tinha professor novo na área. Desde que me lesionei no final de fevereiro, muita coisa mudou na academia. A Paulinha, minha professora favorita, por exemplo, saiu da R2. Eu achava que ia morrer de saudades dela. Achava, né? Porque não acho mais. E isso não tem nada a ver com o profissionalismo da Paulinha. Ela é ótima mesmo, é uma perda tremenda para os quadros da academia. Só que ela é mulher e o novo professor... Ora, não vou escrever que ele é homem porque seria redundância, né?
É homem, é o maior gatinho e eu já fiquei de olho nele logo que entrei na sala... Justo hoje, em que eu estava estreando – e nem sempre me entendendo com – meu monitor cardíaco e fazia meu retorno à ginástica localizada depois de quatro meses de estaleiro... É claro que não tive um desempenho brilhante e nem estou com uma forma física que me coloque à altura do rapaz (Alexandre? É esse o nome? Pasmem: eu não sei... E olha que eu até já peguei na mão dele. Momento mico: só porque eu não conseguia me equilibrar na hora do alongamento. Aff!!!).
Em resumo: a aula passou super-rápido, eu vim para casa e, no caminho, só fiquei pensando que isso não vai prestar. Ah, não vai mesmo... Professor de educação física, ao lado de policial e jornalista, está na minha lista negra de homens que não valem a pena (um dia eu explico melhor isso, pode deixar). Mas que o profe me interessou, ah, isso eu não vou negar (nem eu nem a torcida do Flamengo, né?). Nos próximos 30 dias, ele dará aula de segunda a sexta, de manhã. Se eu estarei lá? Aí é que está a parte engraçada da história: sabe que eu não sei? Como eu disse, isso não vai prestar. Mas... eu também faço parte da comunidade “Adoradores do abismo” no Orkut, né? O perigo é eu me jogar... Homem bonito, professor de academia? Isso não vai prestar, gente. Não vai prestar MESMO!!!!
Pois é: eu já sabia que tinha professor novo na área. Desde que me lesionei no final de fevereiro, muita coisa mudou na academia. A Paulinha, minha professora favorita, por exemplo, saiu da R2. Eu achava que ia morrer de saudades dela. Achava, né? Porque não acho mais. E isso não tem nada a ver com o profissionalismo da Paulinha. Ela é ótima mesmo, é uma perda tremenda para os quadros da academia. Só que ela é mulher e o novo professor... Ora, não vou escrever que ele é homem porque seria redundância, né?
É homem, é o maior gatinho e eu já fiquei de olho nele logo que entrei na sala... Justo hoje, em que eu estava estreando – e nem sempre me entendendo com – meu monitor cardíaco e fazia meu retorno à ginástica localizada depois de quatro meses de estaleiro... É claro que não tive um desempenho brilhante e nem estou com uma forma física que me coloque à altura do rapaz (Alexandre? É esse o nome? Pasmem: eu não sei... E olha que eu até já peguei na mão dele. Momento mico: só porque eu não conseguia me equilibrar na hora do alongamento. Aff!!!).
Em resumo: a aula passou super-rápido, eu vim para casa e, no caminho, só fiquei pensando que isso não vai prestar. Ah, não vai mesmo... Professor de educação física, ao lado de policial e jornalista, está na minha lista negra de homens que não valem a pena (um dia eu explico melhor isso, pode deixar). Mas que o profe me interessou, ah, isso eu não vou negar (nem eu nem a torcida do Flamengo, né?). Nos próximos 30 dias, ele dará aula de segunda a sexta, de manhã. Se eu estarei lá? Aí é que está a parte engraçada da história: sabe que eu não sei? Como eu disse, isso não vai prestar. Mas... eu também faço parte da comunidade “Adoradores do abismo” no Orkut, né? O perigo é eu me jogar... Homem bonito, professor de academia? Isso não vai prestar, gente. Não vai prestar MESMO!!!!
domingo, 13 de julho de 2008
A propósito...
Back to the gym

Quem vê a imagem pode até acreditar que eu faço musculação na academia. Mas não é nada disso. Vivo na esteira, na bike, no transport e na sala de local. E eu adoro!
Que felicidade retornar à R2 e rever os professores queridos, suar um pouco, liberar umas endorfinas e voltar para casa me sentindo muito melhor. Quem malha é mais feliz, sem dúvida nenhuma.
Faz muito tempo, mas já houve época em que eu dizia que não gostava de academia. Eu só não havia descoberto uma academia legal, com atividades bacanas e nem me permitido ser dona do meu corpo e fazer dele algo muito melhor.
Que venham muitos dias de treino pela frente! Malhar é tudo de bom! Experimente vc também!
Que felicidade retornar à R2 e rever os professores queridos, suar um pouco, liberar umas endorfinas e voltar para casa me sentindo muito melhor. Quem malha é mais feliz, sem dúvida nenhuma.
Faz muito tempo, mas já houve época em que eu dizia que não gostava de academia. Eu só não havia descoberto uma academia legal, com atividades bacanas e nem me permitido ser dona do meu corpo e fazer dele algo muito melhor.
Que venham muitos dias de treino pela frente! Malhar é tudo de bom! Experimente vc também!
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